O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, manifestou profunda tristeza pelo falecimento de Rosita Pedro Mabuiango, ocorrido no dia 12 de Janeiro de 2026, no Hospital Distrital de Chibuto, na província de Gaza, vítima de doença.
O Chefe do Estado e os membros do Governo receberam a notícia com pesar, destacando o significado humano e simbólico da vida de Rosita para o país. Nascida a 1 de Março de 2000, no cimo de uma árvore, em pleno cenário das grandes cheias que devastaram o sul de Moçambique, Rosita tornou-se um símbolo vivo de superação, resistência e esperança.
Na sua mensagem, o Presidente sublinha que a jovem “tornou-se não apenas um símbolo do risco dos desastres, mas sobretudo um ícone da resiliência colectiva dos moçambicanos face aos eventos extremos provocados pelas mudanças climáticas”.
A Presidência da República recorda que a morte de Rosita ocorre num momento em que o país continua vulnerável a fenómenos naturais severos, reforçando o apelo à responsabilidade conjunta do Estado, da sociedade e dos cidadãos na prevenção e gestão de desastres naturais.
O estadista moçambicano destacou ainda que a história de Rosita ultrapassa os limites da sua família, estando gravada na memória colectiva nacional como um exemplo de fé, coragem e amor à vida, inspirando gerações.
Em nome do Governo e do povo moçambicano, o Presidente Daniel Francisco Chapo endereçou sentidas condolências à família enlutada, associando-se ao luto que toca toda a Nação pela perda de uma jovem que se tornou um dos mais fortes símbolos humanos da história recente de Moçambique.








