Recentemente, a bancada parlamentar do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) escalou o distrito de Búzi, província de Sofala, com o objectivo de doar produtos de primeira necessidade as vítimas das inundações, mas foi impedida de dar a sua contribuição. No entender do presidente do MDM, Lutero Simango, esta atitude mina a unidade nacional e confiança política que se pretende construir em Moçambique.
Depois de alguns dias aconchegado ao silencio, o presidente do Movimento Democrático de Moçambique veio ao terreno reagir em relação ao boicote da ajuda humanitária do partido por si liderado em Búzi.
Para o Lutero Simango, a atitude dos responsáveis do Instituto Nacional de Gestão e Riscos de Desastres naquele distrito da província de Sofala é inadmissível.
“O que aconteceu na província de Sofala, no distrito de Búzi, em que os nossos deputados foram negados de dar a sua contribuição, como deputados e membros do partido é inadmissível. Será que o país tem duas lideranças políticas, será que a zona sul é inclusiva do que a zona centro?”, questionou o presidente do agora quarto maior partido em Moçambique.
Para além da confiança política que se pretende construir no País, adverte que a proibição da ajuda humanitária da força política por si liderada mina a unidade nacional, advertindo, por outro lado, que o Chefe de Estado, Daniel Chapo, deve reflectir e tomar uma decisão.
“Eu espero que o Presidente da República reflita e tome a decisão de suspender os indivíduos que negaram o cumprimento da acção do MDM, no distrito de Búzi”, rematou.








