Os candidatos que ficaram de fora dos cursos por insuficiência de vagas terão prioridade nas próximas formações e não haverá abertura de novas inscrições, garantiu o porta-voz do Comando-Geral, Leonel Muchina.
A posição foi avançada para esclarecer a situação dos concorrentes que, apesar de reunirem os requisitos, não conseguiram ingressar por limitações de capacidade nas instituições de formação.
Segundo Muchina, a decisão visa assegurar equidade no acesso e evitar expectativas irreais junto de novos candidatos, numa altura em que a procura continua a superar a oferta de vagas disponíveis.
“Aqueles que ficaram por falta de vagas são a nossa prioridade. Não vamos abrir novas inscrições enquanto estes não forem integrados”, afirmou o porta-voz.
O Comando-Geral assegura que a medida permitirá uma melhor organização dos próximos cursos e um acompanhamento mais eficaz dos candidatos já seleccionados, sem comprometer a qualidade da formação.
A instituição reiterou ainda o apelo à calma, garantindo que os processos em curso serão conduzidos com transparência e respeito pelos critérios previamente definidos.







