O País parou para homenagear, mais uma vez, aqueles que em tenra idade sacrificaram suas vidas em prol de um Moçambique independente. O dia era de festa, mas Fernando Bismarques, chefe da bancada parlamentar do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), aproveitou a oportunidade para referir que é necessário que o País esteja unido para repensar e redesenhar as falhas registadas ao longo dos últimos anos.
Os partidos da oposição marcaram presença nas cerimônias centrais do Dia dos Heróis Moçambicanos.
Para além de festejar os feitos dos heróis nacionais, o Movimento Democrático de Moçambique, na voz de Fernando Bismarques, defendeu a necessidade de repensar e redesenhar o País.
“Temos de fazer uma retrospecção, se, 50 anos depois, é este o país que Eduardo Mondlane e outros heróis sonhavam: um país mergulhado na corrupção, um país excludente, um país com conflito em Cabo Delgado, um país com a juventude no desemprego, um país que se transformou num corredor de drogas”, questionou o Chefe da Bancada Parlamentar do MDM para depois enfatizar que os moçambicanos devem pensar em corrigir as que falhas que o País apresenta actualmnte.
Ao contrário do MDM e Renamo, o PODEMOS, agora maior partido da oposição em Moçambique, este representado pelo seu líder, Albino Forquilha, na Praça dos Heróis Moçambicanos.
Falando aos jornalistas, Albino Forquilha advertiu que o Dia dos Heróis Moçambicanos não pode ser considerada uma data partidária, visto que se trata da celebração de todos os moçambicanos.
“É uma data de Estado, que temos que estar aqui, esta não é uma data de um partido político, é uma data de Estado. Por isso, tivemos um movimento de libertação nacional, para libertar o país”, rematou Forquilha







