Volvidos poucos dias depois de ter vindo ao público denunciar um suposto assassinato dos seus membros na província da Zambézia, o Partido Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo (ANAMOLA) submeteu, nesta terça – feira, 27 de Janeiro, uma queixa – crime à Procuradoria – Geral da República e, por outro lado, exige a responsabilização do autor do crime.
O partido liderado por Venâncio Mondlane, através do seu secretário – geral, Messias Uarremo, revelou que já identificou o autor do crime e aguarda que a Procuradoria – Geral da República faça o seu trabalho, uma vez que já há provas suficientes para se abrir uma investigação.
De acordo com Messias Uarremo, a submissão da queixa – crime é um alerta para se colocar um ponto final aos membros do ANAMOLA.
Depois de submeter o expediente na PGR, Uarremo falou dos impedimentos que os partidos da oposição enfrentam no terreno para prestar assistência humanitária as vítimas das cheias e inundações, tendo aproveitado a ocasião para lançar duras críticas a postura do Executivo por não não conseguir traçar políticas capazes de responder as necessidades do país.
“O nosso Governo consegue traçar leis para restringir a internet, mas não consegue manter a postura e a palavra de continuar a garantir o funcionamento da Linhas Aéreas de Moçambique para num momento de emergência conseguir socorrer as vítimas das cheias”, afirmou o secretário – geral do ANAMOLA para depois garantir que o seu partido não vai deixar de prestar apoio às vítimas das cheias.
“Vamos continuar a assistir as famílias moçambicanas, pois neste momento elas precisam de nós. Os partidos da oposição têm prestado um apoio fundamental para as vítimas das cheias, contrariamente ao que o INGD tem feito, que passa por congelar os produtos nos armazéns para







