O Presidente da República, Daniel Chapo, defendeu o reforço do financiamento internacional destinado à prevenção de desastres e à adaptação às alterações climáticas, com particular atenção aos países mais vulneráveis. A posição foi apresentada na cidade da Beira, durante a abertura do I Congresso Internacional de Acção Humanitária e Cooperação, subordinado ao lema “Cooperar para a Humanidade”.
Na ocasião, o Chefe do Estado apontou o investimento em sistemas de aviso prévio, infra-estruturas resilientes e preparação das comunidades como medidas essenciais para reduzir os impactos de fenómenos climáticos extremos e minimizar a perda de vidas humanas.
“Mais vale prevenir que remediar. Precisamos de fortalecer os sistemas de aviso prévio, preparar as nossas comunidades e investir em infra-estruturas resilientes, porque cada vida salva representa uma vitória para o nosso país”, afirmou Daniel Chapo.
O estadista defendeu também maior justiça climática, considerando que os países mais vulneráveis aos efeitos das alterações climáticas devem beneficiar de apoio internacional adequado para enfrentar os riscos e reduzir os prejuízos causados por eventos extremos.
No domínio do financiamento climático, Chapo sublinhou a importância da coordenação e da transparência na aplicação dos recursos, com vista a assegurar investimentos na prevenção, adaptação e recuperação das comunidades afectadas por ciclones, cheias, inundações e secas.
O congresso é organizado pelo Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) e pela Universidade Licungo (UNILICUNGO), com enfoque na acção humanitária e na cooperação.




