A Aliança Nacional para a Mudança e Libertação (ANAMOLA) exigiu a abertura de investigações imparciais para esclarecer as denúncias de assassinatos, sequestros, torturas e atentados contra membros do partido, bem como a identificação e responsabilização dos alegados autores dos crimes.
A exigência foi apresentada esta terça-feira, 21 de Outubro, em Maputo, durante uma conferência de imprensa dirigida pelo secretário-geral da formação política, James Njiji, que instou o Presidente da República, Daniel Chapo, a pronunciar-se publicamente sobre os casos no prazo de 10 dias.
Segundo a ANAMOLA, a violência contra os seus membros, desde 2024, provocou 65 mortes, além de centenas de alegadas violações graves dos direitos humanos. O partido defende que os casos sejam devidamente investigados, de modo a esclarecer as circunstâncias dos crimes e garantir a responsabilização dos seus autores.
Para além das investigações, a formação política exige a condenação pública dos actos denunciados, o respeito pelos direitos de reunião e manifestação e a adopção de medidas de protecção dos seus membros e dirigentes.
A ANAMOLA pretende ainda que o Chefe do Estado reafirme o compromisso das instituições públicas com a defesa da vida, da liberdade e da integridade física dos cidadãos.






