Depois de avanços e recuos, a TotalEnergies vai mesmo retomar o seu projecto de gás natural liquefeito na Bacia do Rovuma, província de Cabo Delgado. Nesta quinta-feira, 29 de Outubro, o Presidente da República, Daniel Chapo, vai relançar o projecto Mozambique LNG, por sinal o maior investimento estrangeiro da história do continente africano.
A TotalEnergies exigiu melhoria da segurança na província de Cabo Delgado para retomar o seu priojecto interrompido em Março de 2021. Com a chegada das tropas amigas, ou seja, Tropas da SAMIM e Ruandesas, Moçambique conseguiu colocar os terroristas em sentido.
A restauração da ordem e tranquilidade no grosso dos distritos daquele ponto do País convenceu a multinacional francesa a levantar a cláusula da força e, sobretudo, retomar aquele que é, até aqui, o maior investimento estrangeiro da história do continente africano.
Para o efeito, o Chefe de Estado, Daniel Chapo, vai, nesta quinta-feira, 29 de Janeiro, relançar o projecto Mozambique LNG, sendo que o evento contará com a presença do presidente-executivo da petrolífera francesa TotalEnergies, Patrick Pouyanné.
Segundo um comunicado da Presidência da República que o ISOC News teve acesso, o relançamento do projecto liderado pela multinacional francesa constitui um marco significativo para a economia nacional e reafirma a confiança dos parceiros de cooperação internacional no potencial energético, institucional e humano de Moçambique.
Para Daniel Chapo, reinicio do projecto Mozambique LNG, para além de abrir novas oportunidades de negócio para as micro, pequenas e médias empresas moçambicanas, reforçando o conteúdo local, a inclusão económica e o desenvolvimento da cadeia de valor, terá um impacto significativo na criação de emprego, tanto na fase de construção como na de operação.
De lembrar que O Mozambique LNG é desenvolvido por um consórcio internacional liderado pela petrolífera francesa TotalEnergies, operadora do empreendimento, com 26,5 por cento de participação, sendo que a estrutura accionista integra ainda a japonesa Mitsui & Co (20 por cento), a moçambicana ENH Rovuma Área Um (15 por cento), a indiana ONGC Videsh (10 por cento), a Beas Rovuma Energy Mozambique (10 por cento), a BPRL Ventures Mozambique (10 por cento) e a PTTEP Mozambique Area 1, da Tailândia (8,5 por cento).







