A conectividade aérea no País continua a enfrentar desafios estruturais que afectam a mobilidade de passageiros, a eficiência operacional do sector e a competitividade da transportadora de bandeira nacional, num contexto em que se exige maior modernização e sustentabilidade das operações.
A situação operacional das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) tem sido objecto de atenção das autoridades, sobretudo devido à necessidade de reforçar a capacidade técnica, financeira e logística da empresa para responder à procura crescente por transporte aéreo no país.
A fragilidade da frota, os constrangimentos na gestão operacional e as exigências de melhoria da qualidade do serviço têm sido apontados como factores que impactam directamente a performance da companhia.
Segundo o Secretário de Estado dos Transportes, Chinguane Mabote, o Governo está a trabalhar para garantir que a LAM volte a ser uma empresa sólida, eficiente e capaz de responder às necessidades do país.
O governante destacou que o processo de revitalização envolve a melhoria da eficiência operacional e o reforço da qualidade dos serviços prestados aos passageiros, aspectos que terao impactos directos na mobilidade interna e no desenvolvimento de sectores como o turismo e o comércio.
Por isso, o reforço da frota e a melhoria da gestão operacional são vistos como prioridades estratégicas. O Governo reconhece ainda a necessidade de parcerias e soluções estruturais para garantir a sustentabilidade da empresa.




