Cidadãos na cidade de Chimoio, província de Manica, consideram a construção de escolas e centros de saúde um pouco por todo o país como sendo os resultados dos 51 anos da Independência de Mpçambique, no entanto defendem que o governo deve ainda apostar no sector de segurança com um investimento robusto para garantir a soberania do país.
Falando em entrevista alusiva aos 51 anos da Independência que o país assinalou a 25 de Junho corrente, munícipes da capital provincial de Manica afirmaram que o sector da educação é essencial para o desenvolvimento humano de qualquer nação do mundo, daí que exortam o executivo a aprimorar o investimento deste sector chave.
Marcelino Diás, Director Pedagógico da Escola Superior de Jornalismo, Delegação de Manica, disse que antes da independência era difícil estudar ao nível da província sobretudo para o ensino superior, entretanto, desde a proclamação da Independência até os dias actuais, o sector da educação tem estado a registar melhorias consideráveis.
“O progresso é notável em vários sectores. Actualmente temos profissionais competentes em vários campos que por sinal são moçambicanos e não são portugueses como era antes, isso significa que avançamos muito no campo da educação”, disse dias.
No entanto, a fonte fala de alguns desafios que o país enfrenta que devem ser resolvidos, destacando a expansão das infra-estruturas do sector da educação, saúde e a melhoria das vias de acesso.
Já Marina Almeida, residente no Bairro Vila Nova, na cidade de Chimoio, o país está registar avanços significativos no sector económico e social, restando a expansão da energia da rede elétrica pública nacional e das telecomunicações.
“Ainda temos problemas de insegurança, por exemplo aqui em Chimoio, a situação de homens catana, e sobretudo para a província de Cabo Delgado que ainda continua sendo alvo de ataques terroristas, devem continuar a trabalhar para garantir que haja segurança realmente em todo o país e para todos moçambicanos”, sublinhou afirmando que esses actos colocam em causa a segurança da jovem nação. (Lázaro Francisco)



