As cidades de Maputo e Matola viveram, na manhã desta segunda-feira, uma situação de forte perturbação na circulação de passageiros, na sequência da greve dos operadores de transporte semicolectivo, que deixou milhares de utentes sem alternativas para se deslocarem aos seus locais de trabalho, escolas e outros compromissos.
A paralisação foi motivada pela reivindicação dos transportadores de uma revisão do atual modelo de subsídios ao setor e do tarifário em vigor. Segundo a classe, o aumento dos custos de operação compromete a sustentabilidade da atividade.
Nas principais paragens registaram-se longas filas de passageiros, enquanto dezenas de viaturas permaneceram imobilizadas. Perante a escassez de transporte, muitos cidadãos optaram por percorrer parte do trajeto a pé ou recorrer a meios alternativos para chegar aos seus destinos.
Até ao fecho desta edição, persistia a incerteza quanto ao restabelecimento da circulação dos chapas, levantando dúvidas sobre a disponibilidade de transporte para o regresso dos passageiros ao final do dia.






